domingo, 10 de abril de 2011

9º ANOS - DENSIDADE

 Densidade

O você responderia se lhe perguntasse: Por que um prego afunda na água?
Muitas pessoas responderiamque afundaria por causa do peso. Caso fosse o peso, então, como justificar a imagem abaixo, quando toras com peso muito superior ao de um prego flutuam em um rio?

A resposta a essa questão está mais relacionada a outra propriedade da matéria denominada densidade.
A densidade é a massa por unidade de volume de uma substância. O cálculo da densidade (d) é feito pela divisão da massa (m) de um objeto pelo seu volume (v).
A densidade existe para determinar a quantidade de matéria que está presente em uma determinada unidade de volume. O que você entenderia se te dissessem que o chumbo possui maior densidade do que o alumínio? A explicação é que, num dado volume de chumbo há mais matéria que em uma mesma quantidade de alumínio. Podemos caracterizar uma substância através de sua densidade. A densidade dos sólidos e líquidos é expressa, no SI, em gramas por centímetro cúbico (g/cm3).
Como se mede o volume de corpos regulares?
Para medirmos a densidade de um objeto qualquer, precisamos conhecer a sua massa e seu volume. A massa de um objeto pode ser medido facilmente com uma balança, o volume de um objeto regular, por exemplo se o corpo regular tiver formato de um cubo, basta aplicar a fórmula do volume deste corpo regular, que se faz medindo-se e multiplicando-se as suas medidas de largura (l), comprimento (c) e altura (a) na mesma unidade.
Agora a pergunta que não quer calar: O que tem maior massa? Um quilograma de chumbo ou um quilograma de algodão?

9º ANOS - FENÔMENOS

Fenômeno Físico e Químico  

Toda Transformação Química altera a composição da matéria. O produto é diferente dos reagentes. Por exemplo: quando o Ferro ( Fe) reage com o Oxigênio (O2), ocorre a formação da Ferrugem – Óxido de Ferro ( Fe2O3) . A Ferrugem não é o Ferro sozinho nem o Oxigênio sozinho, mas sim um outro Produto. Coisa parecida vai ocorrer quando apodrece um alimento pela ação de fungos e bactérias.
Mas no Fenômeno Físico, já não ocorre a transformação da matéria. A constituição íntima de seus elementos não mudam. Se eu coloco por exemplo um pouco de água para ferver , ela vai se transformar em vapor . Mas será ainda água (H2O). Se eu pegar a barra de ferro , do exemplo acima, e quebrar. Ela vai continuar sendo Ferro (Fe). Isso é um Fenômeno Físico, a constituição do ferro não se alterou em nada diferente.
FONTE: http://dicasdeciencias.com/



Outras dicas estão no site: http://www.aulas-fisica-quimica.com/start_index.html

7º ANO - NOMENCLATURA DOS SERES VIVOS

Nomenclatura Científica
  Nomenclatura é a atribuição de nomes (nome científico) a organismos e às categorias nas quais são classificados.
O nome científico é aceito em todas as línguas, e cada nome aplica-se apenas a uma espécie.
Há duas organizações internacionais que determinam as regras de nomenclatura, uma para zoologia e outra para botânica. Segundo as regras, o primeiro nome publicado (a partir do trabalho de Lineu) é o correto, a menos que a espécie seja reclassificada, por exemplo, em outro gênero. A reclassificação tem ocorrido com certa frequência desde o século XX. O Código Internacional de Nomenclatura Zoológica preconiza que neste caso mantém-se a referência a quem primeiro descreveu a espécie, com o ano da decisão, entre parênteses, e não inclui o nome de quem reclassificou. Esta norma internacional decorre, entre outras coisas, do fato de ser ainda nova a abordagem genética da taxonomia, sujeita a revisão devido a novas pesquisas científicas, ou simplesmente a definição de novos parâmetros para a delimitação de um táxon, que podem ser morfológicos, ecológicos, comportamentais etc.
O sistema atual identifica cada espécie por dois nomes em latim: o primeiro, em maiúscula, é o gênero, o segundo, em minúscula, é o epíteto específico. Os dois nomes juntos formam o nome da espécie. Os nomes científicos podem vir do nome do cientista que descreveu a espécie, de um nome popular desta, de uma característica que apresente, do lugar onde ocorre, e outros. Por convenção internacional, o nome do gênero e da espécie é impresso em itálico, grifado ou em negrito, o dos outros táxons não. Subespécies têm um nome composto por três palavras.
Ex.: Canis familiares, Canis lupus, Felis catus.

Nomenclatura popular
A nomeação dos seres vivos que compõe a biodiversidade constitui uma etapa do trabalho de classificação. Muitos seres são "batizados" pela população com nomes denominados populares ou vulgares, pela comunidade científica.
Esses nomes podem designar um conjunto muito amplo de organismos, incluindo, algumas vezes, até grupos não aparentados.
O mesmo nome popular pode ser atribuído a diferentes espécies.
Em contra partida, animais de uma mesma espécie podem receber vários nomes, como ocorre com a mandioca, Manihot esculenta. Dependendo da região do Brasil, ela é conhecida por vários nomes: aimpim,aipim ou macaxeira.
Considerando os exemplo apresentados, podemos perceber que a nomenclatura popular varia bastante, mesmo num país como o Brasil, em que a população fala um mesmo idioma, excetuando-se os idiomas indígenas. Imagine se considerarmos o mundo todo, com tantos, com tantos idiomas e dialetos diferentes, a grande quantidade de nomes de um mesmo ser vivo pode receber. Desse modo podemos entender a necessidade de existir uma nomenclatura padrão, adotada internacionalmente, para facilitar a comunicação de diversos profissionais, como os médicos, os zoólogos, os botânicos e todos aqueles que estudam os seres vivos.
 Muitos dos nomes científicos possuem significados de acordo com as características do animal. Vejam alguns exemplos:
1-      Abelha: Apis mellifera;
2-     Girafa: Giraffa camelopardalis;
3-     Jacaré do Pantanal: Caiman crocodilus
4-     Boi: Bos taurus;
5-     Galinha: Gallus gallus domesticus
Recapitulando as regras de nomenclatura:
A nomenclatura latina dos animais segue algumas regras essenciais:
1) deve ser escrita em itálico
2) a primeira palavra representa o gênero
3) a segunda palavra representa a espécie
4) a primeira palavra é escrita com a inicial maiúscula.
5) todas as outras letras do nome são minúsculas.
6) o nome científico é válido para ambos os sexos.
Notas: 
 A expressão spp. após o nome do gênero representa que o mesmo possui diversas espécies


EXERCÍCIOS:

01) A definição “Conjunto de indivíduos, semelhantes entre si, capazes de se entrecruzarem e produzirem descendentes férteis” aplica-se à (ao):
a-                   Reino.
b-                   Classe.
c-                   Família.
d-                   Espécie.

02)De acordo com o sistema binominal de nomenclatura dos seres vivos, criado por Lineu em 1735, qual o nome escrito corretamente:
a-                   Homo Sapiens (homem);
b-                   panthera tigris (tigres);
c-                   Vulpes vulpes (raposa vermelha);
d-                   Félis catus (gato)

03-O cão doméstico (Canis familiaris), o lobo (Canis lupus) e o coiote (Canis latrans) pertencem a uma mesma categoria taxonômica. Esses animais fazem parte de um (a) mesmo (a):
a-       Gênero;                              c- Espécie;
b-      Raça;                                d- Subespécie.

04-Por que os cientistas criaram os sistemas de classificação?

05-Cite as 04 regras fundamentais para se escrever corretamente um nome cientifico.

7º ANO - A ORIGEM DA VIDA

Vídeo educativo sobre os experimentos de Pasteur

Para isso devem acessar o site:

http://rived.mec.gov.br/atividades/biologia/experimentos_de_redi_spallanzan_pasteur/

8º ANOS - O CORPO HUMANO

O SISTEMA DIGESTÓRIO

A Boca 
É o primeiro órgão do aparelho digestivo.
Possui duas estruturas importantes para a digestão: a língua e os dentes
A Língua: A Língua é um órgão musculoso, dotado de muita mobilidade para poder misturar os alimentos com saliva e permitir a mastigação. Serve para engolir os alimentos, ou seja, para a deglutição.
Os Dentes: Os dentes são estruturas calcárias que cortam e trituram os alimentos, facilitando o processo digestivo.
Todos os dentes apresentam três regiões:  Coroa- É a parte visível na boca; Colo- É a parte intermediária entre a coroa e a raiz,  Raiz- É a parte que fixa os dentes nos maxilares. Alguns deles possuem mais de uma raiz.
Os dentes apresentam diversas camadas:Esmalte- É a camada resistente e brilhante que protege a coroa contra o ataque de bactérias; Dentina- É a camada intermediária que compõe a maior parte do dente; Polpa- E uma substância de cor vermelha; além dos nervos, possui vasos sangüíneos que penetram no dente através do ápice (vértice) da raiz;  Cemento- E a camada que protege a raiz.
A Faringe
É um órgão comum ao aparelho digestivo e ao aparelho respiratório. Isso quer dizer que, pela faringe, tanto pode passar o ar durante a respiração, como os alimentos na digestão.
O fluxo de ar ou de alimentos é controlado por uma cartilagem chamada epiglote. A epiglote funciona como uma espécie de válvula da laringe, que é um dos órgãos do aparelho respiratório.
Durante a deglutição, a laringe se eleva, enquanto que a epiglote se abaixa, fechando a entrada da laringe e permitindo a passagem do alimento para o esôfago.
Durante a respiração, a epiglote se eleva, mantendo a laringe aberta e permitindo a passagem do ar.
O Esôfago
É um tubo com cerca de 20 a 25 cm de comprimento que liga a faringe ao estômago. É dotado de movimentos peristálicos.
Esses movimentos são ondulados e de contração e permitem que os alimentos sejam empurrados ao longo do tubo digestivo para serem transformados.
Esses movimentos ajudam a misturar os alimentos com os sucos digestivos que atuam na digestão.
O Estômago
É um alargamento do tubo digestivo, formando uma espécie de bolsa, onde ocorrem transformações químicas nos alimentos. Comunica-se com o esôfago através de uma região chamada cárdia. É ela que permite a passagem dos alimentos do esôfago para o estômago. A região recebe esse nome por estar localizada próxima ao coração. Já a comunicação do estômago com o intestino ocorre através de uma região denominada piloro.
O estômago possui glândulas que produzem o suco gástrico, que é um líquido formado por substâncias importantes para a digestão. As glândulas também produzem o ácido clorídrico, que facilita a ação dessas substâncias.
Internamente, o estômago é revestido por uma mucosa, que é uma membrana capaz de produzir uma substância chamada muco. O muco serve para proteger as paredes do estômago contra a ação do ácido clorídrico. Quando essa proteção não é perfeita, por falta de muco ou pelo excesso de ácido, este ataca as paredes do estômago, provocando o aparecimento de uma espécie de ferida, chamada úlcera gástrica.
Gastrite é o nome que se dá à inflamação do estômago. Pode ser causada por alimentos cáusticos (como pimenta), álcool, medicamentos irritantes, mastigação insuficiente, etc.
O Intestino
É um tubo com cerca de 9 a 10 m de comprimento, dobrado dentro do ventre, onde ocorrem as transformações finais da digestão e a absorção dos alimentos.
O Intestino Delgado
Mede 8 metros de comprimento, aproximadamente, tendo 2 a 3 cm de diâmetro. Divide-se em duas partes: duodeno e jejuno-íleo. O duodeno tem um comprimento equivalente a doze dedos, vindo daí o seu nome. O restante do intestino delgado é formado pelo jejuno-íleo.
Vilosidades Intestinais: Internamente, o intestino delgado possui minúsculas elevações chamadas vilosidades intestinais, cuja função é absorver os alimentos após a digestão. As vilosidades possuem, em seu interior, vasos sangüíneos e linfáticos que recolhem os alimentos transformados.
O Intestino Grosso
O intestino grosso tem cerca de 1,5 m de comprimento, com diâmetro de 5 a 7 cm. Divide-se em três partes: ceco, cólon e reto.
• Ceco: É a porção inicial do intestino grosso. Possui uma ponta chamada apêndice cecóide ou vermicular.
• Colon: É a região intermediária, formada pelo colo ascendente, transverso e descendente. Ascendente é o que sobe, lateralmente, à direita; transverso é o que fica em sentido horizontal, na altura da cintura; descendente é o que desce, lateralmente, à esquerda.
• Reto: É a região final do intestino grosso e que termina num orifício chamado ânus pelo qual as fezes são eliminadas. Entre o colon descente e o reto, o intestino apresenta uma curva chamada S ilíaco.
Os Órgãos Anexos
São aqueles que, mesmo não fazendo parte do tubo digestivo, se comunicam com ele através de canais, desempenhando um papel importante na digestão. São eles: glândulas salivares, pâncreas e fígado.
As Glândulas Salivares
São três pares de glândulas que produzem a saliva, lançada por meio de canais. Esses três pares são:
• Parótidas: Situam-se adiante do ouvido e são as maiores.
• Subliguais: Localizam-se sob a língua.
• Submaxilares: Ficam sob o osso maxilar.
A inflamação das glândulas salivares chama-se parotidite ou caxumba, caracterizada por rosto inchado e dolorido.
A saliva é um líquido principalmente constituído de água. Serve para formar o bolo alimentar e inicia o processo digestivo, transformando o amido.
O Pâncreas
É uma glândula situada atrás do est6omago que produz o suco pancreático, lançado no duodeno através do canal de Wirsung. O pâncreas produz também a insulina, que é lançada diretamente no sangue. A insulina é produzida por grupos especiais de células do pâncreas, chamadas ilhotas de Langerhans. Ela controla a concentração e o aproveitamento do açúcar no sangue.
O Fígado
É a maior glândula do corpo humano e situa-se à direita do estômago. Produz a bile, que é lançada do duodeno pelo canal colédoco, num ponto chamado ampola de Vater.
A bile é um líquido amarelo-esverdeado que se acumula num órgão ovóide situado sob o fígado, chamado vesícula biliar.
O canal colédoco tem origem no ponto de união de dois canais: o canal hepático e o canal cístico.
Além de produzir a bile, o fígado tem outras funções importantes:
o                                            Transforma a glicose em glicogênio.
o                                            Acumula glicogênio e vitaminas.
o                                            Regula a quantidade de água no organismo.


o                                            Destrói células mortas, com aproveitamento dos resíduos.
o                                            Desintoxica o organismo.
o                                            Produz fibrinogênio, substancia coagulante do sangue
o                                            Produz heparina, substância anticoagulante.

AGORA EM SEU CADERNO, ANOTE OS NÚMEROS E OS RELACIONEM AOS ÓRGÃOS QUE COMPÕEM O SISTEMA DIGESTÓRIO:

8º ANOS - O CORPO HUMANO

CORPO HUMANO
O corpo humano é constituído por diversas partes que são inter-relacionadas, ou seja, umas dependem das outras. Cada sistema, cada órgão é responsável por uma ou mais atividades. Milhares de reações químicas acontecem a todo instante dentro do nosso corpo, seja para captar energia para a manutenção da vida, movimentar os músculos, recuperar-se de ferimentos e doenças ou se manter na temperatura adequada à vida.
Há milhões de anos, o corpo humano vem se transformando e evoluindo para se adaptar ao ambiente e desenvolver o seu ser. Nosso corpo é uma mistura de elementos químicos feita na medida certa. As partes do corpo humano funcionam de maneira integrada e em harmonia com as outras. É fundamental entendermos o funcionamento do corpo humano a fim de adquirirmos uma mentalidade saudável em relação a nossa vida.

1º ANOS - a membrana plasmática

Tudo que existe, e que é individualizado, precisa se separar do seu meio exterior por algum envoltório. Imagine uma célula sem um envoltório.
Como seria sua composição? Certamente, semelhante àquela encontrada ao seu redor. Sem esse envoltório, provavelmente a célula nem existiria.
Assim, o papel principal da membrana plasmática é delimitar a célula, em outras palavras, separar o conteúdo citoplasmático do meio em que ela se encontra.

Quais as substâncias que formam a membrana plasmática?
Os lipídeos, substâncias oleosas, são as principais moléculas presentes na membrana plasmática e o fato deles não se misturarem com a água ajuda no papel da membrana plasmática de separação da célula do seu meio externo. Os lipídeos da membrana são chamados de fosfolipídeos e se organizam em uma bicamada (duas camadas justapostas).Os fosfolipídios possuem uma cabeça polar, formada por fósforo (que pode ficar em contato com a água) e caudas apolares (que não tem afinidade por água) que ficam voltadas para o interior da membrana.
Além dos fosfolipídeos a membrana também possui
proteínas, que funcionam como portas e janelas da célula, e açúcares ligados aos lipídeos e às proteínas.Ou seja, a composição da membrana plasmática ...é principalmente lipoprotéica ( lipídios + proteínas).
O modelo mais aceito atualmente foi proposto por Singer e Nicholson e é conhecido como modelo do mosaico fluido.

O que aconteceria com a célula se a membrana plasmática não permitisse a passagem de nenhuma substância através dela?
As células também possuem mecanismos que permitem a entrada e a saída de substâncias. Dizemos que a membrana plasmática seleciona a passagem destas substâncias e que ela possui, desta forma, uma permeabilidade seletiva.A camada fosfolipídica da membrana plasmática funciona como uma barreira fluida (maleável) e permite a passagem de substâncias diretamente através dela.
Será que tudo consegue atravessar essa barreira fosfolipídica? A resposta é não. Atravessará a barreira apenas as substâncias pequenas que consigam se entremear através dos fosfoslipídeos. Essas substâncias precisam ter afinidades por lipídeos, senão não conseguiriam se "misturar" com eles para atravessar a membrana.
Por outro lado não são apenas substâncias com afinidades por lipídeos que atravessam a membrana plasmática. As substâncias que não conseguem atravessar diretamente a camada fosfolipídica podem entrar ou sair da célula através de suas proteínas.
A passagem das substâncias de pequeno porte através da membrana pode ocorrer passivamente ou ativamente

Dentro da célula e em seu exterior existe grande quantidade de líquidos. Então, quando uma molécula qualquer se move dentro desses líquidos elas deverão também trocar de lugar com as moléculas que estão ao seu redor.
Se existe maior quantidade de substâncias de um lado ou do outro, haverá maior fluxo de passagem para o lado que a substância estiver em menor quantidade.
Assim, a difusão pode ser entendida como um maior fluxo de movimento de moléculas em direção a uma região onde as mesmas se encontram em menor quantidade.

a) Transporte Ativo –
Movimento de entrada ou saída de substâncias em uma célula com gasto de energia. Ex: bomba de sódio e potássio.
b) Transporte Passivo – Movimento feito sem gasto de energia, ou seja, respeitando o gradiente de condentração. Ex:
osmose.
Osmose –
É a difusão da água, ou seja, a passagem de água de um meio hipotônico (onde ela se encontra em maior quantidade) para um meio hipertônico (onde ela se encontra em menor quantidade). Em um meio hipotônico existe maior quantidade de água e menor quantidade de sal dissolvido. O contrário ocorre em um meio hipertônico.
Difusão facilitada
– É a passagem de macromoléculas através de proteínas especiais denominadas permeases, que formam poros na membrana.
A membrana plasmática possui a capacidade de englobar substâncias de maior porte através da endocitose

Endocitose –
Transporte de moléculas em grande quantidade. Existem dois tipos de mecanismos para esse transporte:
a) Fagocitose – Englobamento de partículas sólidas por meio da emissão de pseudópodes pela membrana plasmática.
b) Pinocitose – Englobamento de gotículas líquidas por meio de invaginações da membrana plasmática.
Fonte: http://www.colegioweb.com.br/ (modificada)

EXERCÍCIOS:
01)A membrana plasmática apresenta uma propriedade típica: Permeabilidade Seletiva. Em que consiste essa propriedade?
02) Todas as células possuem uma membrana plasmática ou plasmalema que separa o conteúdo protoplasmático ou meio intracelular do meio ambiente. A existência e integridade da membrana é importante porque:
a)       regula as trocas entre a célula  e o meio, só permitindo a passagem de moléculas de fora para dentro.
b)      Possibilita a célula  manter a composição intracelular diversa da do meio ambiente
c)       Impede a penetração de substancias existentes em excesso no meio ambiente
d)      Exige somente consumo de energia para a captação de alimentos do meio ambiente
03) A membrana plasmática das célula  do epitélio intestinal apresenta diferenciações morfológicas denominadas:
a)       desmossomos
b)      microvilosidades
c)       cílios
d)      flagelos
04) Tanto em uma célula eucarionte quanto em uma procarionte podemos encontrar:
a) membrana plasmática e retículo endoplasmático.
b) ribossomos e aparelho de Golgi.
c) mitocôndrias e nucléolo.
d) mitocôndrias e centríolos.
e) membrana plasmática e ribossomos.
05) Quimicamente, a membrana celular é constituída principalmente por:
a) acetonas e ácidos graxos.
b) carboidratos e ácidos nucleicos.
c) celobiose e aldeídos.
d) proteínas e lipídios.
e) RNA e DNA.
06) Os seres vivos, exceto os vírus, apresentam estrutura celular. Entretanto, não há nada que corresponda a uma célula típica, pois, tanto os organismos unicelulares como as células dos vários tecidos dos pluricelulares são muito diferentes entre si. Apesar dessa enorme variedade, todas as células vivas apresentam o seguinte componente:
a) retículo endoplasmático.
b) membrana plasmática.
c) aparelho de Golgi.
d) mitocôndria.
e) cloroplasto.

A páscoa está chegando e com ela a grande dúvida......

Chocolate faz mal para a saúde??????

A história do estudo das Ciências Biológicas

A história da biologia:
Na Antigüidade, as pessoas não tinham idéia de como as coisas vivas funcionavam.
As primeiras pesquisas em biologia se iniciaram a olho nu. Vários livros, escritos por volta de 4000 a.C. - atribuídos a Hipócrates, o "pai da Medicina".
Acreditava-se, então, que a matéria era composta por quatro elementos: fogo, terra, ar e água.
Aristóteles, na Grécia, não foi somente um grande filósofo, mas também um grande biólogo, ao compreender que o conhecimento da natureza requeria observação sistemática. Desse modo, ele reconheceu um volume espantoso de ordem no mundo vivo, agrupando os animais em duas categorias gerais (com sangue e sem sangue), que correspondem por pouco às classificaçõs atuais de vertebrados e invertebrados. Mesmo sem contar com instrumentos em suas observaçõs, grande parte de seu raciocínio permanece válido até hoje.
O ritmo da investigação científica se acelerou na Idade Média. Muitas plantas foram descritas pelos primeiros botânicos.
Lineu ampliou o trabalho de Aristóteles, criando as categorias de classe, ordem, gênero e espécie.
Apesar do progresso rápido, a biologia estacionou quando o olho humano já não era mais suficiente. Só no século XVII é que lentes foram reunidas em um tubo, formando o primeiro microscópio. Começava a descoberta de um novo mundo, derrubando conceitos tradicionais sobre a vida.
A teoria celular foi então formulada em princípios do século XIX, por Matthias Schleiden e Theodor Schwann. Estes concluíram que as células constituem todo o corpo de animais e plantas, e que, de certa maneira, elas são unidades individuais com vida própria. Isso ocorreu na mesma época das viagens de Darwin e da publicação de "A origem das espécies". Mesmo sem conhecer a célula, Darwin conseguiu extrair sentido de grande parte da biologia em nível acima da célula. Ele não criou a teoria da evolução, mas a defendeu sistematicamente, e ainda formulou a maneira como ela funciona - através de seleção natural atuando sobre variações.
Em 1958, um estudo abriu caminho para Watson e Crick trabalharem com o ADN. Eles descobriram a estrutura helicoidal dupla do ADN, marcando o início da bioquímica moderna. Hoje, o uso de computadores e algumas inovações experimentais permitem estudar enzimas, proteínas e ácidos nucléicos de modo mais fácil, desvelando assim os princípios do funcionamento no nível básico da vida.